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Domingo, 5 de Outubro de 2008

Douro Meu Amor

 

 

 

 

 

 

 

 

Nasce o sol na montanha

desce a manhã na colina

sílaba a sílaba

palavra a palavra

sobe socalco acima

a mágica luz da poesia

 

 

 

Parado no doirado Outono 

aconchegado nas verdes margens

desliza o Douro muito azul

reclamando amores

aos majestosos socalcos 

deslizantes de cores

de fragrâncias

de sabores!

 

 

 

Douro meu amor

festa da vida

e dos sentidos

nas tardes de lagarada

és leito, foz e nascente

murmureja segredos

desenha sonhos

caminhos e roteiros

aporta ao cais da esperança

as cantigas e as danças

e à noitinha na hora dos felizes cansaços

devolve-te inteiro

à intacta memória das tuas águas

à intacta memória dos teus amores.

 

 

 

 

Sorrindo, rindo, gargalhando, 

sumarentos e perfumados cachos

abraçam o Outono desde o romper do dia.

 

 

 

 

Uma leve brisa passa

enquanto murmura: Torga, Torga... Torga...

Erguem-se súbitos mastros

*" À proa dum navio de Penedos "

Em S. Leonardo da Galafura vive eterna a alma da poesia. 

 

 

**Alusão ao poema "São Leonardo da Galafura" de Miguel Torga

 

 

 

 

A Natureza desistiu

O Transmontano sonhou

trabalhou e agradeceu.

 

Deus olhou, admirou e sorriu:

tinham sido criados

as fragrâncias

os néctares

o silêncio

e a poesia.

 

 

 

 

 

 

 

 

Doces fragrâncias de magnólia desatam memórias de viagens inacabadas.

 

 

 

Ali  perto, Fernão de Magalhães

termina, enfim,  a viagem tão desejada.

 

música: LBombo


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