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Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011

AGORA AVÓ

 

 

 

AGORA AVÓ
 
Agora que já não me trocas
as mágoas por um sorriso
nem transformas as minhas lágrimas
num som longínquo
agora que já não me fazes 
flautas de cana
nem bonecas de trapo
nem pão quentinho no forno de lenha
nem pipocas branquinhas
com o milho que com amor semeavas
agora avó
quando te chamo do fundo do quintal
só o eco me responde
A cantareira vai por certo desmoronar-se
as cortinas irão ficar corroídas
o velho cântaro de barro secará
Quando chegarem as primeiras chuvas 
os primeiros frios
as primeiras geadas
só a tua velha Singer
te recordará
e eu… e eu...
e juntas choraremos a tua ausência
Agora que as tuas palavras 
são feitas de silêncio
Avó
Agora sinto saudades
MUITAS.
 
Isabel Simões  
In Esculpir a Vida
 
O tempo passou… e passou…
Agora ouço-te na voz do vento
(cantas tão bem, avó)
Vejo-te na cor azul do mar
(não me esqueço da cor dos teus olhos)
e no voo largo das pombas 
que fecham as tardes de Verão
Revejo-te nos lírios brancos
 (as tuas flores preferidas)
e nas rosas
(continuo a amar as rosas, sabias?)
Pressinto-te na leveza terna da Primavera 
e no crepitar das chamas 
que brotam como luas
nas auroras dos meus invernos
e claro, no aroma do café
(sim o da cafeteira de barro, essa, essa
mesma)
Pena mesmo são as SAUDADES
MUITAS
sempre
MUITAS.
Isabel Simões  

 

 

 

 

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