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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Em busca de ti

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 Em busca de ti

Calcorreei a alma de grandes cidades
e ruelas de pequenas aldeias
 
baloicei-me no ruidoso silêncio dos oceanos
 
inventei montes vales e rios
procurei-te entre pequenos ribeiros
e altas montanhas
 
Em busca de ti
 
rezei em solenes catedrais
e em remotas ermidas
 
Capela de Nª. Senhora da Vitória - Paredes - Maio de 2008
 
 
Em busca de ti
 
 
implorei ao Deus maior
Isolei-me
Misturei-me com a multidão
 
 
Em busca de ti
 
 
adormeci ondas e momentos
quis ser estrela e pó e sonho
 
Uma lágrima rolou
Acordei
Uma e outra lágrima
 
Recordo um sonho inventado
de contornos difusos
 
um sonho
adormecido ao acordar.
Isabel Simões

 

 

 

 

Fugas e Momentos - Abril 2008 (fotografia)

 

 

 

POEMA XVIII - PABLO NERUDA

                                                                                                

 
 
Aqui te amo.                                                                                
Nos sombrios pinheiros desenreda-se o vento.
A lua fosforece sobre as águas errantes.
Andam dias iguais a perseguir-se.
 
Desaperta-se a névoa em dançantes figuras.
Uma gaivota de prata desprende-se do ocaso.
Às vezes uma vela. Altas, altas estrelas.
Ou a cruz negra de um barco.
Sozinho.
 
 
 
A veces amanezco, Y hasta mi alma está húmeda.
Suena, resuena el mar lejano.
Èste es un puerto.
Aquí te amo.
 
 
 
Aqui te amo e em vão te oculta o horizonte.
Eu continuo a amar-te entre estas frias coisas.
Às vezes vão meus beijos nesses navios graves
que correm pelo mar aonde nunca chegam.
Já me vejo esquecido como estas velhas âncoras.
São mais tristes os cais quando fundeia a tarde.
A minha vida cansa-se inutilmente faminta.
Eu amo o que não tenho. E tu estás tâo distante.
O meu tédio forceja com os lentos crepúsculos.
Mas a noite aparece e começa a cantar-me.
A lua faz girar a sua rodagem de sonho.
 
 
 
 
 
Me miran con tus ojos las estrellas más grandes.
Y como yo te amo, los pinos en el viento
quieren cantar tu nombre con sus hojas de alambre.
 
 
PABLO NERUDA
 
In Vinte Poemas de Amor e
Uma Canção Desesperada
 
 
 
 
 

 

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