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Uma serena visita!
Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

Alfabeto do silêncio

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Alfabeto do silêncio
 
Falar
procedimento motor
capacidade biológica
palavras estranhas, frias
sem esperança
como se fosse urgente
ou mesmo importante
falar
para dizer olá, bom dia
gosto tanto de ti
ensina-me que eu quero aprender
cá no fundo sabes
tenho tanto medo de crescer e não ser capaz
tenho tanto medo
e dizes isso tudo com os olhos
porque os teus olhos falam
 
ensinaste-me o alfabeto do silêncio
por isso aprendi a lê-lo
 
No nosso silêncio de palavras
há outros linguajares,
outros caminhos
com sítios e lugares
com sítios e não lugares
 
Percebi enfim que o silêncio
é das linguagens mais belas da diferença
e que os sons do mundo podem ser
barcos à vela
a navegar
ou simples sereias
que em noites de lua cheia
emergem do mar para nos enfeitiçar.
Isabel Simões
 
 
http://www.youtube.com/watch?v=dTfcCmCHb9Y&eurl=http://serenidades.blogs.sapo.pt/2008/04/
 
 
 
 
 

 

sinto-me:
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Terça-feira, 29 de Abril de 2008

Lágrimas e riso do tempo

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Lágrimas e riso do tempo
 
Disseram-se sempre que as rugas
são as lágrimas e o riso do tempo
 
Rugas obrigatórias
para almas e corpos
percursos longos de lágrimas
caminhos breves do riso
veredas incertas do sorriso
 
Nunca me disseram que também se vai o tempo enrugando
e à nossa passagem lágrimas brotam no seu adeus
às rugas que em nós foi desenhando.
Isabel Simões

          Imagem recolhida em www.personalizando.com.br_____
 
 
 
 
The Universe (music Kitaro-Kokoro)
 
http://www.youtube.com/watch?v=Hd8sP6QBLxc
 
 
 
sinto-me:
música: Kitaro-Kokoro


Domingo, 27 de Abril de 2008

Não sei onde estás

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 Nesse mar imenso..
 Dezembro de 2007
 
 
Não sei onde estás…
 
mas sei que uma verdade ancestral
intemporal
está inscrita para nós:
cobre-nos o mesmo Céu
e pisamos a terra do mesmo Universo
 
Entre nós
desenha-se um amor infindável,
indefinível
longínquo
de memórias mágicas
capaz de pacificar o âmago de todas as guerras
 
Um amor
que se aninha nos ramos verdes daquela árvore
onde rolas selvagens
e pombas brancas
por entre arrulhos cúmplices
fazem os ninhos
em ciclos mágicos de ternura e de vida
 
Um amor
que se aninha no mar do nosso futuro
e em todos os mares do mundo.
Isabel Simões

 

 Kitaro: Heaven and Earth

 http://www.youtube.com/watch?v=YO82u7CKj1k

sinto-me:
música: Kitaro
tags: ,


Reduto selvagem...

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Reduto Selvagem

à Sombra dum Embondeiro

Havia um chão

um tecto

e uma janela com vista sobre a cidade.

Na parede um desenho

e um pedaço de teatro

levado pela mão

àquela parede

na forma dum cenário.

Havia três cadeiras

e uma sala cheia de mistérios

e uma sala cheia de magias

O ar lotado de melodias

o chão forrado de palavras

com a forma de poesias.

Desse chão nascia a revolta

sob a forma das palavras

e nascia um amor memória

com tamanho de mar

pelos homens sem história.

África entrava ali pelo cheiro da savana.

África vivia ali

num tempo com espaço

mas num tempo sem esperança

África sofria ali

numa alma de criança.

Dos embondeiros fecundados naquele chão

nasciam sombras

com contornos de sonhos

das colinas escorriam sonhos

com contornos de homens

mumificados em vida.

África estava ali terna e amante

selvagem, negra e nua.

África habitava aquele espaço

feita vida feita raiva

feita amor

no feitiço duma lua.

No passado e no presente

África meu amor de ontem

África meu amor de sempre!

 

 

Isabel Simões

 

 

 

 

Kitaro-Koi

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=VVdBzcgmvg8

 

 

 

 

 

sinto-me:
música: Kitaro-Koi


Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Escrita sem oficina

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Ainda não aprendi a brincar e a jogar na oficina das palavras:
 
a escrever
a reescrever, tirar, alterar…
 
Devo confessar que gosto assim:
copiar a alma
sem máscara
sem adereços
sem pintura
 
e desculpai-me mas escrever é por si só tão solitário
que rescrever a alma com técnicas de laboratório
seria definitivamente doloroso.
 
            Eu ofereci a solidão, em troca a minha alma contou-me viagens de afectos com o aroma, o sabor e beleza do jasmim mas também com os espinhos do seu caule, cautelosamente encobertos pelas suas numerosas folhas.
 

TRANSLATOR

sinto-me:
música: Enya


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