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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Escrita sem oficina

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Ainda não aprendi a brincar e a jogar na oficina das palavras:
 
a escrever
a reescrever, tirar, alterar…
 
Devo confessar que gosto assim:
copiar a alma
sem máscara
sem adereços
sem pintura
 
e desculpai-me mas escrever é por si só tão solitário
que rescrever a alma com técnicas de laboratório
seria definitivamente doloroso.
 
            Eu ofereci a solidão, em troca a minha alma contou-me viagens de afectos com o aroma, o sabor e beleza do jasmim mas também com os espinhos do seu caule, cautelosamente encobertos pelas suas numerosas folhas.
 

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