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Domingo, 8 de Junho de 2008

O troar do mar

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More José Luis Zafra music on iLike
 

O troar do mar

 
O silêncio rasga-me a alma
subitamente
abro uma janela
a música dum mar
encapelado e impetuoso
rasga o silêncio
a alegria nasce
o coração estremece
o silêncio morre
a alma renasce.
 
Isabel Simões

 

 

 

 

 
sinto-me:
música: Ritmo del mar


Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

Amanhecer em ti

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                          Namoro - Almeida Negreiros

   Amanhecer em ti         

 

 

Amanhecer nos teu braços
com a boca a saber a mar
entre melodias longínquas
de gaivotas a madrugar
[ah como é bom sonhar]
os cabelos a cheirarem a sol
os olhos
outrora salgados de tanto sal
rebrilham agora com a magia deste amanhecer
Ah como é bom viver
dar um mergulho na solidão
e encontrar a paixão
escondê-la sob a areia fofa da praia
e na  espera que uma onda a desnude
embala-se o sonho desta paixão
não vá ele estremunhado
acordar
e estragar este amor
que ainda não aconteceu
 
Isabel Simões

 

 

 

 

Que as nossas paixões não sejam adruptamente interrompidas

                              

"... e que a minha loucura seja perdoada

porque metade de mim

 é amor

e a outra metade também" Oswaldo Montenegro

 

Figura feminina sentada -Almada Negreiros

Recolha de imagens no motor  Google

 

  

 

 

 

 

 

 

 

"Só o mistério chega inteiro ao fim"
ALMADA NEGREIROS
Almada Negreiros
(1873-1970)

Artista plástico, dramaturgo, romancista e poeta: uma figura incontornável da geração modernista.

"As pessoas que mais admiro são aquelas que nunca acabam"

 

 

 

 

 

 

 
sinto-me:
tags: ,


Sábado, 31 de Maio de 2008

Gnose

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Gnose
 
Pequena Sereia, Pequena Sereia
pelo portal do báltico quero viajar
ao país dos mil lagos quero regressar
Pequena Sereia, Pequena Sereia
No país dos fiordes quero velejar
e de memórias vivas me quero apartar
 
Pequena Sereia, Pequena Sereia
fugir de mim preciso
para me reencontrar
sou barco perdido sem navegar
não tenho farol
vou naufragar
Socorro socorro Pequena Sereia
Mayday mayday*  Pequena Sereia
 
 Do fundo do mar um ruidoso silêncio cantou:
 
Não te posso ajudar
fronteiras do tempo não sei traçar
o meu destino é divino não o vou atraiçoar
Para duetos e coros  de feitiços no mar ecoarem
e o som das ondas perpetuar
só poetas e músicos em longas viagens  
posso levar
 
As fugas que desenhas
só o vento as pode arrastar
As mágoas que lanças  
só o sol as consegue sarar
As saudades que choras  
só o tempo sabe apagar
 
…e eu fronteiras do tempo não sei traçar
 
as minhas fronteiras são as ondas do mar
sempre a cantar
sempre a cantar.
 
 Nota de rodapé
Alguém disse que tentar é falhar com honra. Tentei pedir ajuda à Pequena Sereia – falhei.
Mantenho a honra e a tristeza também.
 Isabel Simões   
 
 
*Mayday mayday – código internacional de socorro para a navegação marítima.
 
Observação
Gnose (do grego gnosis) significa conhecimento – no poema a palavra “gnose” aparece como a salvação através do Conhecimento.
 
“… num mundo onde o Homem se sente, senão estrangeiro, pelo menos mal adaptado, surgem três questões: ‘De onde venho? ‘, ‘Onde estou?’,  ‘Para onde vou?’ a gnose deverá responder a esta tríplice questão, desvendando ao indivíduo o seu passado, o seu presente o seu futuro”
Henri-Charles Puech, En quête de la gnose, I Gallimard

 
Curiosidades :
 
 País dos mil lagos - Finlândia
 
Pequena Sereia é o nome de uma estátua que fica na cidade de Copenhague, na Dinamarca. Representa o personagem de um dos contos infantis do escritor Hans Christian Andersen. É da autoria de Edvard Eriksen, que a esculpiu em 1913.
Em 1964 um acto de vandalismo destruí-lhe  a cabeça.  Restaurada, permanece no seu posto contemplando as águas do porto da cidade e atraindo  turistas. A estátua transformou-se num  símbolo da cidade.
 
     Imagem Google
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Sereia
  

  

Nella fantasia

 
Nella fantasia io vedo un mondo giusto, In my mind  I imagine a world of justice
li tutti vivono in pace e in onestà. where everyone lives peaceful and honest      
                                                                                                                 lives.
 
lo sogno d'anime che sono sempre libere, I dream of hearts that ae always free,
come   le nuvole che volano,                                    free as the clouds in the sky,
pien d'umanità in fondo all'anima                           full of a deep humanity.
 
Nella fantasia io vedo un mondo chiaro, In my mind I imagine a world of light,
li anche la notte è meno oscura.             where even the nights are not so dark.
 
Lo sogno d'anime, ecc.                                              I dream of hearts, etc.
 
Nella fantasia esiste un vento caldo,        In my mind there's a warm breeze that
che soffia sulle città, come amico.           breathes over the towns like a friend.
 
lo sogno d'anime, ecc.                                               I dream of hearts, etc.
 

 

Também eu imagino um mundo de justiça a começar em cada um de nós.

Pergunto-me muitas vezes, onde estarão os frágeis seres que um dia nasceram,  que   caminhos ou atalhos da vida  terão percorrido, ou que escolhas fizeram, para alguns  anos depois, enevoar, enegrecer ou mesmo obscurescer os nossos dias de sol.

 
 
 
Russell Watson - Nella Fantasia
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música: viagens
tags: , ,


Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

Barco Velhos

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Barcos velhos...
...Barcos velhos
 
Ancorados no cais da  esperança

barcos velhos
enroscam-se lentos nas cinzas mornas do tempo
Pinceladas de silêncio abrem portas verticais
a infindáveis e longas viagens
ao reino da Dinamarca
onde a última ou talvez a primeira
e Pequena Sereia
os saúda e acolhe
se despede
e os acompanha
num périplo mágico
à Terra do gelo e do fogo
às auroras boreais que repousam
nos caracóis
de crianças felizes
 
 
Tantas diferenças
tantas semelhanças
Diversidade bendita
esta dádiva inesperada
Pedro, Peter…Hannes, Johanne, Ana, Joana...
 
os olhos no Mundo
o coração no meu País
os pés nas ruas da minha Cidade.
 
 
A alma essa… uma poalha de estrelas
dádiva do Universo
fugaz pertença da Humanidade
em persistente retorno
ao silêncio quieto de Deus.
Isabel Simões
 
 
 
 
Curiosidade: a Islândia, terra do gelo e do fogo, é uma ilha do Atlântico Norte que pertenceu à Dinamarca até 1944.
A Islândia é um afloramento de rochas magmáticas com vulcões, vários géiseres (geysers) e sulfataras.
 
 
Dukker de 
ROBERT JACOBSEN : escultor e pintor dinamarquês - 1912-1993
 
 
Aurora Boreale track _ Enya 

 

sinto-me:
música: Enya
tags: ,


Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Tentativa

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Tentativa (guache)
 
 
Solidão tranquila
de sons e gaivotas
Mágicas companhias
                de esperas
Breves encontros
             com a paz
Sublime e intemporal
                    paisagem
de barcos sem navegar
 
Oração pintada de
azul transparente
encontrada nas marés
 
 
Isabel Simões

 

 

Vangelis - Memories Of Blue
 
http://www.youtube.com/watch?v=wlDWXv-cIh8
 
 
 
música: Vangelis
tags: , ,


Domingo, 25 de Maio de 2008

Aprender com as flores

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Escondido por entre tábuas da velha escadaria, discreto e tímido está o chorão acolhendo

vidas que em si se aninharam.

 

 

 

 

 

Descendo a manhã , deslizantes vidas beijam agradecidas as pétalas orvalhadas, enquanto inspiram fragrâncias por entre o rumor do mar que ali perto se adivinha. 

 

 

 

Também eu desci a manhã, misturando marulhares próximos, fragrâncias de chorões e maresias, repletos de paz das coisas simples. Como seria possível levar esta ordem natural para as desordens dos humanos?  Como seria o mundo sem "Kaos"? Recordei uma das minhas citações preferidas de Martin Luther King:

 

 

 "Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos."

 

Martin Luther King
Estados Unidos, [1929-1968], Prémio Nobel da Paz em 1964

 

 

Porque não aprendemos a conviver?

Porque demoramos tanto tempo a aprender com as flores? 

Porque  preferimos morrer por entre as sombras?

 

 

 

Lentamente fui subindo a manhã ...

Ao longe uma gaivota piou.

Refugiei-me em mim e

parti com ela.

 

 


 

 

 

 

Isabel Simões

 

 

 

Song for Peace KITARO
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música: Kitaro
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Domingo, 18 de Maio de 2008

Vagares do Tempo

 

 

 

 

 

 

Abraço do Tempo

Maio de 2008

 

Hoje acrescentei  ao slideshow dos Pinheiros Serpente algumas fotografias do maior exemplar desta espécie existente no Pinhal de Leiria.

 

 

 

 

VAGARES DO TEMPO

 

Uma dádiva da Natureza

ou um esquecimento do Tempo?

Um pouco de História

ou o somatório de muitas estórias?

Talvez sombras solitárias

amadas pelo marulhar das ondas

que se adivinham

e pressentem ao longe

Vagares em que se detêm

os tempos com tempo.

 

 

 Isabel Simões

 

 

 

 

 

http://fotos.sapo.pt/isasms/playview/3
 
 
 
 
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