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Sábado, 8 de Novembro de 2008

PONTO FINAL

 

 

PONTO FINAL

Vogar as tuas águas tranquilas
em lindas manhãs de sol
ou em belas tardes de Inverno
com chuva, vento e muito frio
Amar-te entre o pio duma gaivota
e o marulhar das ondas
Amar-te na copa de uma árvore
ao brilho trémulo das estrelas
ou entre a silhueta das árvores
à luz branca da lua
Sacralizar esta entrega
à porta do sentidos
pegar em todo este amor
em toda esta paixão
e chamar-lhe simplesmente atracção
 
 
 
Sorrir da ironia
e esperar que a noite
invente um novo dia
 
Não! Não quero terminar assim
vamos dar a esta história
um outro fim
 
Tu
deixas amanhecer este amor
Eu digo-te
Anda vem
não tragas o medo
Damos as mãos
porque
amar em Abril
não é proibido
nem clandestino
 
Em tempo de Abril
Amar
é o grito selvagem
duma qualquer gaivota
entre o marulhar de tantos mares.
 
PS: Escrito algures em Fevereiro
               quando Abril era urgente
                           e o amor também.
 
Isabel Simões
 
 
 

 

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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

Desencontros

Desencontros

Mais uma manhã acordava a cidade sonolenta
Mais uma noite adormecia a cidade cansada
E eu a chamar-te e a procurar-te…
E oh meu Deus
como te chamei e como te procurei!
Onde estavas que não te encontrei?
 
 
 
Com o tempo transformei-te num sonho lindo
e arquivei-te na caixa dos sonhos
 
Tão inesperada e silenciosamente surgiste
que nem dei por ti
 
Ainda o sonho lindo dormia
e já tu navegavas o meu corpo
num mar tranquilo de desejo
 
Quando o sonho lindo acordou
e te encontrou
já os nossos corpos se fundiam há muito
já a minha alma era a tua alma
 
Não percebi que a tua alma
não era de ninguém.
 
Saciaste o desejo!
Não saciei a paixão!
 
Isabel Simões
 
 
 
 
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